Eu sou o desatino do cotidiano.
Brêda é extensão de mim | Alterego.
Talvez você seja o sujeito que dá cabimento a nós duas.
Ou a nossas histórias.

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terça-feira, 26 de abril de 2011

devaneio

Nem profundo amor nem sequer o não amor. Não se sabe esse estado de paz o caminho. Nas brenhas que veio ninguém encontrou lugar de volta. Nunca mais a urgência da paixão.  Não nesse amor-bonito-tenso-nunca-realizado do passado. No presente só o querer bem. Naquilo que se quer cuida com carinho. Natural, não?

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