Nem profundo amor nem sequer o não amor. Não se sabe esse estado de paz o caminho. Nas brenhas que veio ninguém encontrou lugar de volta. Nunca mais a urgência da paixão. Não nesse amor-bonito-tenso-nunca-realizado do passado. No presente só o querer bem. Naquilo que se quer cuida com carinho. Natural, não?
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